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Coffeenando

First coffee, then the world

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First coffee, then the world

08
Set22

"A book a day keeps reality away"

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Hoje escrevo sobre a vontade que tenho em ler cada vez mais.

Na necessidade de começar e acabar o meu dia a ler.

Seja no comboio (mesmo que adormeça, muitas vezes, a meio da leitura), na hora de almoço no trabalho (abdicando por vezes da companhia das colegas), ler antes de dormir...

O livro tornou-se o meu companheiro de viagem e um objecto imprescindível na minha mala. Acompanha-me para onde quer que vá. A qualquer momento pode surgir uma oportunidade de ler, seja no carro, numa sala de espera de consultório médico, numa esplanada enquanto bebo o meu café, na pausa de uma caminhada à beira mar...

O meu local de eleição para me agarrar à leitura é sem dúvida alguma a praia. Poder, entre páginas, observar a imensidão do mar. Ter como banda sonora, o rebentar das ondas. Não há melhor. Os bancos dos jardins, também são apetecíveis, desde que seja um jardim sossegado, onde me possa perder nas páginas de um livro, sem grande perturbação. Aproveitar a sombra de uma árvore, ao mesmo tempo que sinto o cheiro da relva e me deixo acalentar pelo sons dos pássaros, que parecem cantar para mim.

Gosto de livros que falem de livros. Gosto de livros que falem de espaços sobre livros, passados em bibliotecas ou livrarias. "A livraria dos destinos, de Veronica Henry", "A livraria, de Penelope Fitzgerald", "A livraria dos finais felizes, de Jenny Colgan", "O mercador de livros, de Luis Zueco", "O livreiro, de Mark Pryor", "A vida livresca de Nina Hill, de Abbi Wascman", "A bibliotecária, de Salley Vickers", "A livraria dos dias Passados, de Amy Meyerson", "A livraria dos finais felizes, de Katarina Bivald", "A sociedade literária da tarte de casca de batata, de Mary Ann Shaffer" e "A rapariga que roubava livros, de Markus Zusak" são exemplos de livros que li sobre esta temática, e cada um à sua maneira, fez-me encantar ainda mais, por este objecto que muitos acham obsoleto, numa era de tecnologias digitais.

Romances, policiais, clássicos, históricos, são os meus estilos literários preferidos. Mas o que me fascina em todos eles, é o facto de me possibilitarem entrar em histórias alheias, que não sendo reais, me fazem torná-las parte da minha vida, naqueles instantes em que estou a ler. Permitem-me conhecer novas pessoas, outros lugares, "entre linhas" infiltrar-me nas suas vidas, e tudo isso sem sair do mesmo lugar. É apaixonante, viciante. Só quem lê entende.

 

 

 

 

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